Veja este anuncio…

A maldade vem da mente das pessoas. Do que vocês acham que se trata este anúncio??

Os mais maldosos devem ter achado que isto é um tipo de gag que permite penetração oral, certo? Errado! Isto nada mais é do que um aparelho de exercício facial que promete afinar o rosto. E claro, esse negócio é made in Japan…

Apesar de que muita gente deve ter comprado para testar para outros propósitos…

Persona Non Grata

Este artigo vai especialmente para esses Baunilhas metidos a mestre. Estes boyzinhos folgados que não seguem o SSC e nem a liturgia, esses que se acham malandros e se dizem praticantes BDSM por que gostam de bater em mulheres, mas não o spanking BDSM, mas sim por se acharem “BadBoys”, para se acharem o máximo e ficarem se gabando para os amigos. Este “bater em mulheres” que vocês, boyzinhos, gostam não é BDSM. É violência doméstica. E isto é coisa de malandro, que vai virar mocinha dentro da cadeia.

Este artigo é também para você, Baunilha safado, que se faz de mestre achando que vai conseguir sexo fácil. É pra você, baunilha pilantra, que não se garante, e fica enganando praticantes verdadeiros e destruindo os sonhos deles.

Saibam que todos vocês, que tem consciência disso, e os que a carapuça servirem, são Personas Non Gratas. Vocês não são bem-vindos no meu site e muito menos no BDSM. São vocês que causam mortes que aparecem no noticiário. São vocês que frustram os verdadeiros praticantes do BDSM. São vocês que reforçam os estereótipos, e são vocês que trazem má fama ao BDSM.

Peço desculpas aos praticantes sérios, que nada tem a ver com isto. Mas infelizmente tenho me deparado com diversas pessoas com este comportamento no msn. Estou P da vida!

P.S. Entenda-se “boyzinho” as pessoas que se encaixam no perfil citado no artigo. E não uma generalização.

Mais estereótipos…

Este video artístico, de gosto duvidoso, está no YouTube: The Morning After.

Uma baunilha acorda num porão de uma casa, junto com dois outros homens, após beber muito. O quarto está forrado de jornal, pichado com um pentagrama ou simbolo anarquista (não consegui ver direito), uma faca de cozinha na cabeceira, uma serra de metal na cama, e pedaços de corpo de boneca pendurados pelo quarto. Ela está com o braço preso, pois um dos homens está dormindo em cima. E ela, inteligentemente, decide mutilar seu braço para escapar de lá. Este quarto é muito semelhante a um quarto q vi no jogo SWAT4, onde um maníaco seqüestra garotas para sodomiza-las, mas enfim, isso é outro assunto.

Video como esse, mais estereotipado, não tem. Fiquei revoltado e enviei um comentário condenando este estereótipo. (E encorajo a todos a fazerem isso). Mas então vc me diz: “Ah, pega leve, é um filme artístico.” Mas eu digo: são estas pequenas coisas q acabam impregnando na cabeça dos baunilhas. São estas pequenas ‘brincadeiras’ que acabam ficando no inconsciente dos baunilhas e influenciando a visão deles no BDSM. E claro, tem muito baunilha ai fora que não se dá conta disso e acha q o BDSM retratado nesse vídeo é 100% fiel, grande mentira. Se queremos ser respeitados, devemos não aceitar mais esse tipo de atitude e informar os baunilhas da visão errada deles.


Preço da Inconseqüência

Segue mais um trágico exemplo das conseqüências de não seguir o SSC. São estas atividades inconseqüentes que mancham o BDSM. Isto NÃO é BDSM. É baunilhagem irresponsável.

Agradeço a Domme Keka pela indicação da notícia.

“Mulher mata o próprio marido em sessão sadomasoquista


(24/04/2008 15:17)

Uma mulher de 25 anos foi presa acusada de homicídio depois que seu marido foi encontrado morto no último sábado, dentro de um trailer em Columbia, no Estado americano do Tennessee. James Bargy, 29 anos, morreu asfixiado depois de uma fracassada sessão de “bondage” – fetiche sexual, geralmente sadomaquista, que consiste em amarrar o parceiro.

Bargy tinha os pés e as mãos amarradas, uma bola na boca presa com uma fita e a cabeça enfaixada – com pequenos buracos na altura das narinas para a entrada do ar.

A mulher, Rebecca Bargy, que não tinha antecedentes criminais, foi presa no sábado à noite. As autoridades disseram que ela deixou o marido amarrado por mais de 20 horas antes de retornar ao trailer.

Segundo a rede ABC, ela disse aos policiais que deixou o marido amarrado ainda na sexta-feira para encontrar outro homem em um motel. Quando voltou, já no sábado, encontrou Bargy morto.

Ao verificar a gravidade da situação, a jovem foi até a casa da mãe, Mona Phillips, que ligou para o serviço de emergência.

Rebecca e Sam Patterson, seu advogado, afirmam que a morte de Bargy foi um “trágico acidente”. Segundo Patterson, o marido da sua cliente gostava de ser amarrado durante o ato sexual.

“Ele sempre conseguia se desamarrar. No entanto, desta vez, ele não conseguiu fazer isso a tempo, infelizmente”, disse o advogado à ABC. Patterson disse as provas vão mostrar que a morte de Bargy foi um acidente.

Mas a família de Bargy não apóia a teoria da morte acidental. Lisa Brady, identificada como irmã da vítima, disse que o irmão enfrentava dificuldades. Ela disse acreditar que Rebecca provavelmente provocou a morte do marido.

“Que tipo de pessoa faz isso, deixa o marido amarrado sozinho durante tanto tempo?”, questionou Lisa em uma entrevista a uma emissora local.

Susan Right, porta-voz do Conselho Nacional de Liberdade Sexual, acredita que Rebecca não quis matar o marido, mas quebrou uma das principais regras do “bondage” – jamais deixar o parceiro sozinho enquanto ele estiver amarrado.

por Terra”

Link da noticia

Réplica ao Comentário

Recentemente recebi um comentário no artigo: Cuidados com a Máscara de Gás, onde um cidadão intitulado Verdade, escreveu:

  1. Verdade | [E-mail Confidencial] | IP: [Ip Confidencial]
  2. Você é doente! Procure um psiquiatra! Vá se tratar! Isto é sério!

    Dec 3, 11:15 PM — Cuidados com a Máscara de Gás

Segue a minha réplica:

Caro “Verdade”,

Rotular-me de doente pura e simplesmente, sem justificar, é facil. Me diga, eu sou doente por que? Por que eu não sigo o sagrado ato cristão de amor entre dois seres? Por que tenho fetiche por máscaras? Por que eu não penso igual a você? Ou por que você afirma algo do qual não sabe a respeito? Por que Freud assim disse, se baseando num modelo universal de comportamento? Se for fazer uma crítica, faça uma construtiva. Pelo menos mostre que você sabe daquilo que afirma. Fazendo isso terei o prazer de ler e refletir sobre o assunto.

Assim como afirmado por Jung, o ser humano é complexo e diversificado, cada um é um ser único. É necessário entender primeiro o que tal coisa significa para cada pessoa.

Cada possui desejos e fantasias, coisa que todos os 20000 visitantes ‘doentes’ deste blog tem. E assim como você deve ter alguma fantasia sexual por algo imposto como ‘normal’.

Quero pedir a você que se justifique, em carta aberta, o por que de você achar que sou doente; às claras. Sem ficar se escondendo por nome e e-mail falso.

Aguardo a sua tréplica aqui no Blog ou no meu e-mail: gasmask@gasmask.cjb.net

Teste: Vc é Baunilha?

Antes de tudo aviso que este artigo é de humor, e não de reflexão ou educativo! :P

Faça com sua escrava, namorada, esposa, etc… Pergunte a ela: ‘Olhe as figuras abaixo e me diga o que você acha?’

delta-180.jpg

HK

Se ela responder:

“Credo!”, “Que medo”, “Coitada(o)!”, “Nossa!”, “Pra que isso?”, etc : Ela é Baunilha mesmo! :P

“Hm…”, “Legal”, “Interessante”, “Tá, e daí?”, “Normal”, “Sei lá”, etc : É curiosa, ou então neutra no assunto.

“Ai que fofo!”, “Que lindo!”, “Que amor!”, “Eu quero!”, “Vamos fazer?”, “Que Gracinha”, etc : Parabéns! Ela é do BDSM!

Sexo Baunilha Depois de Conhecer o BDSM, é possível?

Este artigo estou escrevendo há muito tempo. Para vocês terem uma idéia, o ID dele é 34, enquanto o mais recente é 120!

Isto é uma questão que me perguntam com freqüência. Muitos iniciantes e curiosos me perguntam se é possível haver sexo baunilha depois de conhecer (e gostar) do BDSM.

Bem, isso é uma coisa que varia muito de pessoa para pessoa, acredito que cada um tem um gosto e opinião sobre isso. Afinal o mundo BDSM é amplo e também abriga diferentes tipos de pessoas.

Pelas minhas conversas com pessoas do meio, a muitas das pessoas que nasceram com aspirações BDSM, quanto os que conhecerem por curiosidade, dizem que sempre há uma escapadinha para um sexo baunilha. Principalmente nas “rapidinhas”. Muitos me falam também que precisam estar ‘no clima’, ou que o ambiente na hora não é propício a uma cena.

Claro, por outro lado, outros, principalmente os 24/7, afirmam que não conseguem fazer sexo baunilha de jeito nenhum pois não vê mais graça nenhuma. Muitos dizem ser muito chato e sem emoção. São verdadeiros Xiitas no BDSM. (Se me permitem fazer esta comparação)

Enfim, não há como afirmar que TODO mundo do BDSM não faz (ou não) mais sexo baunilha. Isso vai de cada um e depende de diversos fatores. O quão profundo está essa pessoa no meio, o que ela pratica, pensa e acha a respeito..

Certificação BDSM

label200.pngVerifiedBDSM foi criado devido a grande quantidade de pessoas que se dizem do meio, mas na verdade são curiosos ou baunilhas com a ilusão que irão conseguir sexo fácil. O VerifiedBDSM tem o intuito de criar um banco de dados de praticantes BDSM ‘verdadeiros’. Sendo uma boa fonte de consulta para comprovar a afinidade da pessoa no meio.

O cadastro e alguns serviços são grátis. Há também serviços pagos, mas são opcionais. Pode-se tirar certificados e realizar testes de conhecimento BDSM. Há comprovação de e-mail e outros serviços de autenticação, bem como provas para avaliar o conhecimento e experiência. Acredito que seja interessante para aqueles que tenham um bom conhecimento de BDSM.

http://www.verifiedbdsm.com/

Para os Baunilhas Hipócritas (Intitulados ‘Normais’)

Quando um baunilha ouve que a pessoa é Sadomasoquista o que ele diz?

“Ele gosta da Tiazinha algemando e batendo com o chicote nele.”

“Aff… Ele deve ser um daqueles que fazem orgia… Que nojo!”

“Ele gosta de ficar todo vestido de couro, que bicha!”

“Ele deve ser daqueles que gostam de se cortar e toma remédio de tarja preta.”

“Ele é um daqueles tarados que não se contém e ataca todo mundo”

“Vish, nesse Sadomasoquismo só deve ter depresivo, ocultismo, e outras coisas estranhas.”

“Conheço um psiquiatra/igreja que pode te ajudar…”

“Ele deve estar com AIDS e cheio de doenças.”

Não, Baunilhas. Nós somos normais, trabalhamos, estudamos, temos famílias; temos vidas normais como todo mundo. Com a exceção de que não temos uma visão quadrada das coisas e não ficamos só nesse papai-mamãe que vocês adoram fazer.

Vocês tem que entender que aqui dentro do BDSM existem todos os tipos de pessoas, igual no mundo Baunilha. Gente boa, ruim, felizes, tristes, cultas, simples, etc… É igual tanto aqui no BDSM quanto aí fora.

Nem todo mundo do BDSM gosta de orgia, apanhar, e vestir roupas ‘estranhas’. Cada um tem preferência por alguma coisa, não necessariamente tudo!

Saibam que o BDSM não é a pessoa se vestir de couro (pois saibam que aquilo que vocês vêem na verdade é latex), amarrar uma pessoa numa cama de pregos e bater com um chicote e fumar um cigarro. BDSM é um conjunto de fetiches e fantasias que as pessoas realizam, sem se preocupar com os seus preconceitos Baunilhas.

Vanilla
Vanilla planifolia

Desculpem a minha intolerância e críticas ácidas. Claro, também não quero generalizar. Mas ultimamente tenho ouvido muito Baunilha afirmar absurdos sobre o BDSM e insistem em estar certos, como se soubessem mais o que um praticante! Isso me deixou indignado. Não é por acaso que este país não se desenvolve…

Técnicas de Dominação

Dominar não significa somente ser rude e bater no parceiro. A Dominação é uma arte. Deve-se saber como atingir o psicológico, saber usar o seu poder de persuasão.

Claro, não digo que não exista ou que é errado a dominação por força e humilhação. É que no meu caso, eu como Top, não faz meu tipo. Além do fato de não gostar de ‘seguir a maré’, gosto de ser original e criar coisas únicas. Segue alguns modelos que sigo:

Dominatrix

  • Eu sou um pouco diferente na questão da dominação. Uso a inteligência e o psicológico; e de certa forma, até que sou bem calmo durante a dominação.
  • Falo de forma serena com minha escrava. Se ela obedece, bom pra ela. Caso não obedeça, eu digo só mais uma vez. Se mesmo assim não obedecer, eu seguro o rosto dela, olho em seus olhos, e falo de forma firme para me obedecer. Quanto mais é avançada o nível da escrava, menos falo. Há momentos que faço apenas pequenos gestos, e ela compreende a ordem. Isso demonstra dedicação e sintonia.
  • Quando termino uma cena em que ela está imobilizada, eu jogo a chave das algemas e mando ela se libertar. Como Top, deve-se ostentar durante toda a seção a imagem de ser superior, não se ‘rebaixando’ em libertar a própria escrava.
  • Em cenas onde a carga emocional é pesada, eu mesclo atos de cavalheirismo e romantismo. Como por exemplo, depois de uma intensa cena de spanking, eu finjo buscar algo para castigá-la mais, e volto com uma flor e a levo no colo para a cama.
  • Sempre que possível eu tento inserir um contexto na dominação, e não simplesmente ‘dominar por dominar’. Crio cenas e fantasias que ajudam a dar clima e contexto.

Enfim, deve-se saber lidar com este turbilhão emocional, usar (também) o psicológico e criar todo um clima. Essas coisas, na minha opinião, dão um diferencial e com certeza ajudam a apimentar a cena.

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