Tipos de Rituais

Há algum tempo as pessoas vem me pedindo mais detalhes sobre os rituais BDSM. A procura de mais informações acabei me deparando ao site do meu amigo Mestre K@. Peço licença ao Senhor K@ para citar alguns tipos de rituais postados em seu site: Mestre K@

Fonte: Mestre K@

Tipos de Coleiras

A coleira na vida BDSM é algo sério. É um símbolo de comprometimento de submissão e tem a mesma importância que um anel de noivado. A coleira não só simboliza o comprometimento, amor, posse e devoção como também qualifica honra, respeito e confiança.

Coleiras podem ser feitos de materiais leves como algodão, ou materiais pesados como o couro. As coleiras tradicionais são feitas de couro ou metal e possuem anéis. Há também coleiras específicas para exibição, que normalmente é mais para efeito visual do que funcional, dependendo de como foi feito. Como usar uma coleira tradicional pode interferir na vida profissional e social da pessoa, submissos (as) muitas vezes usam gargantilhas. Estes podem ser de pérolas, fitas ou qualquer outro tipo de colar. Coleiras geralmente oferecem fivelas, tiras, ganchos travas e outros anexos. Coleiras de metal também são utilizadas por alguns e colares com trava também são considerados coleiras. Uma minoria escolhe usar uma coleira com cadeado permanente (a trava é acionada e não há como abrir), e só é possível ser retirado cortando a coleira.

Segue abaixo exemplos de diferentes tipos de coleiras.

Coleira de consideração ou Proteção.

Esta coleira é tradicionalmente usada no começo do relacionamento. A coleira de consideração sinaliza para outros dominadores e submissos que está se formando um potencial relacionamento sério. Esta coleira é oferecida de forma séria e com intenção. O submisso (a) que aceitar esta coleira é igualmente sério no entendimento de que o relacionamento está em um estágio diferente.

Esta coleira em particular é usada por um novo submisso em vários eventos que ele/ela estiver sob proteção do dominador. Você já deve ter visto esta coleira em uma play junto com um dominador que garantiu proteção. Toda a aproximação com o submisso que utiliza essa coleira deve ser feita através do dominador de quem está sob os cuidados. Normalmente a coleira é colocada no (a) submissa  antes da festa/evento/play de forma que seja visto por todos e tirada depois. Deixando bem claro que serve apenas para proteção. Durante este tempo, no entanto, a submisso irá atuar exatamente como se fosse propriedade do dominante em qualquer área da servidão. Com esta “proteção” o escravo não pode participar de uma cena ou play sem a permissão, e em muitos casos, a presença do dominador responsável. A coleira simboliza abertamente a outros dominadores que este submisso está fora dos limites dos outros e o honrado dominador não deverá ir atrás deste submisso de qualquer maneira. No entanto, o escravo tem o direito de pedir uma play ou cena com uma pessoa específica ou rejeitar respeitosamente. Esta é uma coleira temporária e normalmente é devolvida depois que o evento é cancelado.

A coleira de consideração pode ser um bracelete, um cinto, tornozeleira, ou qualquer outro acessório. Tradicionalmente a coleira de consideração é feita de couro com tons de azul. O tom da cor azul não é tão importante. Geralmente é uma coleira bem simples sem trava ou cadeado. Sem anel ou então um bem pequeno.


Coleira de Treinamento.

Esta é a segunda coleira a ser trocada entre o dominador e o submisso. Geralmente é um prelúdio de uma coleira formal e é usada enquanto o submisso está sendo treinado e aprendendo seus deveres segundo seu dominador. Em diversos casos o dominante e o submisso podem considerar em tentar morar juntos.

A coleira de treinamento é oferecido pelo dominador depois de passado um período de tempo onde eles tiveram uma exaustiva seção de conversas e explorado suas características, interesses, necessidades sexuais, desejos e estilo de vida para verem se serão compatíveis em áreas suficientes para se mover adiante em um relacionamento mais profundo. Em diversos casos aqui é onde o relacionamento é testado fisicamente , mentalmente e emocionalmente.

A aceitação desta coleira pelo submisso indica que este concorda em seguir num relacionamento muito mais profundo com o dominador, poderá envolver sentimentos sérios, emoções, comprometimento e responsabilidades. Muitos entram num estado emocional profundo e pode expressar devoção verdadeira, amor, honra e respeito mútuo.

Durante este tempo ele/ela é um mero submisso. O submisso pertence ao dominador, está sobre o treinamento por um tempo específico. Neste ponto da jornada, ele/ela é considerada submisso do dominador, mas nenhum contrato foi assinado ainda. O submisso pode considerar a hora do noivado. O namoro acabou e o treinamento começou. Agora suas ações trazem conseqüências e muitas vezes, ou não, é o período de término de muitos escravos e dominadores. Este período pode variar de casal pra casal. Geralmente é utilizado dois anos, mas cada um estipula o seu próprio. Depois desse período, o submisso provou que é o escolhido de seu mestre, e novamente termina o processo. O próximo estágio pode ser a cerimônia oficial de encoleiramento.

A coleira de treinamento tradicional é geralmente feita de couro. É geralmente lisa e pode ser preta ou vermelha. Muitos dominadores oferecem coleira de treinamento em uma corrente.

Coleira Formal, Coleira de Escravo ou Coleira Permanente.

É dado pelo dominador como símbolo de relacionamento entre eles. Ele representa amor, honra, respeito e lealdade. Esta coleira geralmente é apresentado numa cerimônia em frente de testemunhas e é muitas vezes acompanhado de uma marca permanente no submisso. É o reconhecimento do compromisso, sentimentos profundos, devoção, respeito mútuo e consideração.

Prazer dos prazeres e privilégio dos privilégios. Esta é a representação final do estágio de comprometimento. Ele expressa a crença de que o dominador e o submisso dividem um genuíno e crescente desejo de dividir suas vidas, e talvez para o resto de suas vidas.

Agora você é o honrado escrado de seu dominador e pertence totalmente a ele/ela. Neste ponto o contrato deverá ser escrito,o que não é muito diferente de um contrato de casamento descrevendo os direitos e deveres de cada um. Este é um dos momentos mais maravilhosos na vida do escravo e também do dominador. Você agora chegou no nível que muitos sonham. Geralmente esta coleira é usado no estilo 24/7 e o escravo, se com sorte, estará presente na casa de seu dominador(a).

A aparência tradicional da coleira de um escravo é de material como couro preto ou metal, que é adornado com objetos e detalhes de cor bronze ou prata. Esta coleira é criada especificamente para um submisso em especifico e geralmente é um design original. Você pode adicionar um cadeado com chave. Uma coleira com cadeado pode simbolizar a transferência de poder do submisso ao dominador em que a chave estiver em posse. Talvez até uma etiqueta seja adicionada ao anel.

Coleira de Posse.

Em casos extremos ser escravo não é suficiente. O escravo quer ser possuído, completamente. O escravo quer ser propriedade absoluta de seu Mestre e quer presentea-lo  com sua vida e alma.

Neste ponto o contrato atual é cancelado, refeito e finalizado. Você não será mais dono de você, mas propriedade de outro ser humano. Este não é apenas uma das maiores honras de um escravo como para o mestre também. O seu mestre é seu dono a partir de agora.

Este é um passo emocional muito profundo, vai muito além do que qualquer casamento baunilha foi. Este é como um casamento sem a opção de divórcio. Será levado até a morte.



Coleira de Casa.

Coleira de casa é usado em clubes, casas e organizações que provém espaço social para proteger submissos. Coleiras de casa mostra que o submisso está sob a orientação da casa e não deve ser aproximado. Isto é geralmente usado com submissos inexperientes que não estão prontos para tomar suas próprias decisões e necessitam de tempo para aprender.

Cyber Coleira (Coleira Virtual).

São coleiras virtuais usadas por pessoas que não tem experiência na vida real.Eles vivem a vida de dominador e escravo na imaginação. Esta criação tentar imitar a coleira da vida real mas tende a ser trocada principalmente entre pessoas do BDSM virtual. O uso da coleira virtual tende a diminuir conforme o iniciante no BDSM vai explorando a vida BDSM real.

Coleira de Velcro.

Muitos de nós que está em algum estágio do BDSM real chamam de coleira de velcro por ser facil de tirar e colocar. O que muitas pessoas não vêem é que estas coleiras de velcro são pouco respeitadas na comunidade BDSM. Se a pessoa é dominador hoje e no dia seguinte é encoleirado e na outra semana tira pra encoleirar de novo, pra depois tira e volta a dominar e depois encoleirado, e ao mesmo tempo usando coleiras de outros dominadores, você é um ser muito patético. Este tipo é o que mais tem e infelizmente a causa de nos ridicularizarem.

Fonte: BDSM Digest

Níveis de Dominação

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Texto integral retirado do perfil do FetLife de Dom Anubiss – O Senhor, sob Autorização.

Possíveis níveis ou graus de dominação (tal como ela existe sobre o grau de apresentação). Este texto não tem nenhuma base, o valor é de fato como os níveis de submissão muito distorcido, aproximados e não faz nada. Mas pode ser interessante para descobrir. Deixamos a sua sagacidade …

Nível – 1 – O “Soft” amante Dominante:

Essas pessoas não estão olhando para a troca de poder ou de comando ou controle de outra. Eles gostam de uma sexualidade que atua apenas da D / s passo. Atos D / s são considerados como jogos divertidos e temperar os relatórios são feitos e prazer ao parceiro. Acima de tudo, a docilidade do outro que é apreciada e inspirador. Os jogos “são simples e orientadas para uma puramente sexual. É principalmente um role-play entre os parceiros antes de uma relação com a relação de autoridade.

Nível -2 – Teatro Dominante:

Eles são seguidores da Internet e da Web, que parecem cheias dominar e controlar as suas observações. Gozam de humilhação e desempenham papéis nas suas relações comerciais. Eles amam rebaixamento e apresentaram o seu agir de acordo com os seus pedidos. Eles Love Train (desenvolver) assunto novo porque sinto confortado em seus conhecimentos, mesmo que eles são fracos. Eles não vão forçar sua sujeito aos seus limites ou apenas em um relacionamento virtual. Este tipo de vangloriar dominante e do valor dos sujeitos foram treinados para exercer a sua jurisdição.

* Nível 3 – Role Players (Dominante / Master):

Essas pessoas gostam de jogar o “Master” e valorizar a obediência do sujeito. Usando um colar para eles é uma passagem obrigatória antes do início do relacionamento. O serviço e a satisfação de suas necessidades serão promulgadas regras para o seu assunto. Eles não têm interesse para o progresso e o desenvolvimento do seu objecto. Eles raramente dão exercícios de aprendizagem e, se eles fizerem isso, eles estão pouco interessados em comentários, resultados e sensações experimentadas pelos seus “alunos”. O domínio não está orientada para a evolução do assunto.

* Nível 4 – O real dominante (mestre não):

Eles controlam e dirigem os seus sujeitos temporariamente e dentro dos limites acordados. A grande diferença entre pessoa e que a mencionada acima é a consciência de que o poder vem do seu objecto. Eles são geralmente animado por ser obedecida durante as sessões de BDSM, mas também fora. Eles não sentem satisfação em obrigar os outros à submissão. Os jogos “ainda estão dentro dos limites acordados. Eles não podem conceber a relação D / s, de um prazer partilhado.

Nível -5 – True Master / jogo Dominante:

Eles são, também, o controle e a direção do assunto em um curto período de tempo e de permanecer acordado limites. Eles apreciam e aspirar a ser servido e obedecido. Eles correm os jogos e apresentar os seus sujeitos a actos e dor leve que suportar. Eles infligem uma palmada ao ponto de dor, mas não vai suficientemente longe para dar lugar à secreção de endorfinas no corpo. O prazer vem a dor que eles causam, não sensações experimentadas por seu conteúdo. Eles gerir e controlar o sujeito individual, mas não o controle da reunião. A reunião termina, geralmente no mesmo nível de intensidade que tinha começado.

Nível -6 – Mestrado / ponto dominante (sem-nomeação prazo):

Eles dominam o relatório, mas pode ter acordado às limitações de tempo. Eles querem ser obedecidos em ambos os relatórios e não-erótica erótico e o sujeito deve se reunir no prazo que foi acordado. Eles “vai agir” como dominante, quando lhes apetecer e de acordo com seus humores e desejos. Muitas vezes, eles “atuará” por vários dias, (o mestre-de-semana ou para um tempo limitado, por exemplo), mas eles mantêm a liberdade de interromper a qualquer momento. Os limites de The Game é baseado nas limitações de tempo que pode dar. Eles não querem se mudar para outros relacionamentos do que por curtos períodos de jogos são sempre boas razões. Eles podem oferecer exercícios para o assunto, mas eles fazem perguntas sobre o desempenho ea sensação sentida durante o exercício.

* Nível 7 – A hora da verdade de professores:

Eles têm um relatório de Master para Slave e tendo em seu conteúdo como sua propriedade exclusiva e inteira, sem limitação de tempo ou lugar. Eles procuram os desejos e necessidades dos seus sujeitos e assegurar-lhes “crescer”. O comandante deve reinar sobre a vida do sujeito individual. Eles administram suas próprias vidas, mas o seu tema comum continua a ser a principal preocupação de seu tempo livre. As sessões terão como objectivo para o avanço do assunto. Dominam as práticas e jogos. Eles assistem e observando as reações e os sentimentos do seu objecto. Eles sabem que o processo de liberação da secreção de endorfinas. Eles constantemente observar as mudanças físicas do seu objecto e leva ao sub-espaço. Eles viellent pós-sessão e voltar para acalmar seus sujeitos e suas necessidades.

Nível – 8 – Full-time professores:

Eles têm total controle sobre o relacionamento e assegurar o bem-estar do seu objecto. Os limites dentro do relacionamento são vistos como oportunidades de crescer. Apresentaram os seus deveres e sanções. Eles consideram o seu assunto como uma posse rara e preciosa forma que com o tempo e jogos. Eles têm um papel de marido, amigo, guia e protetor. Seus poderes acordo sobre todos os aspectos da sua vida do sujeito (física, mental, moral, material …), o que dá a relação de uma “realidade” (poder ou magnitude) muito mais forte do casamento. Há, em geral, assinou um contrato que define as atribuições e regras de vida e / ou jogos. Este contrato é normalmente baseado em regras de D / s, os seus limites acordados e duração da relação (aprovado por ambos os parceiros). O contrato pode ser quebrado apenas pelo Mestre, que também gere a renovação e alteração necessária.

Caracteristicas de um Dom Sério

Retirado do perfil do Fetlife de Dom Anubiss – O Senhor, sob autorização.

1- O PRINCIPIO DE TUDO A ENTREGA DA SUB..
2- Não são dados a auto exaltação.
3- Primam pela discrição.
4- Tratam as subs com respeito e consideraçãoo.
5- Tem vocabulário apropriado.
6- Respeitam os familiares e amigos baunilha da sub.
7- Sempre tem outros Doms nas suas listas de amigo, pois tem ótima auto estima e não tem medo da “concorrencia”.
8- Geralmente são bem conhecidos no meio BDSM, e tem boa penetracao social no grupo.
9- Não divulgam o MSN deles pra todo mundo, logo que o conhecem.
10- VOTOS DE UMA SUB: Obedecerei todas as ordens em relação a vestimenta e comportamento, sem questionamentos. Assim Eu Quero, assim Declaro e assim Cumprire pela felicidade e prazer do[a] Dono[a] de minha Vida e de todo meu Ser… TE AMO DOM OU DOMME DE MIM ….D/S

Ícones de Propriedade

Os ícones de propriedades foi proposto por Tanos, no site OwnershipFlag.com com o objetivo de identificar os praticantes BDSM, sendo eles Mestres, Mistress, Dominador, Dominatrix, Submissos, Submissas, Escravos e Escravas. Segue uma tabela com um breve resumo.

Descrição

Masculino

Feminino

Os símbolos dos planetas existiram por centenas de anos Marte e Vênus são usados para simbolizar os sexos Masculino e Feminino na biologia. Para indicar o gênero em um ícone de propriedade, usa-se uma flecha (masculuno) e uma cruz (feminino) a partir desses símbolos.

Os símbolos para donos, donas, mestres e mistress, usa-e um escudo para representar a cabeça do dono da casa, com uma flecha ou cruz para indicar o gênero.



O símbolo de Escravos com donos e Submissos encoleirados consitem em um círculo, representando a coleira, e o gênero indicado por flecha ou cruz.




O símbolo de submisoss livres, coloca-se uma flecha ou cruz dentro de um quadrado tracejado, que indica uma gaiola aberta.




A coleira e o escudo juntos combinam os símbolos do dominador e do dominado, e pode ser usado para representar a subcultura da propriedade. Bem como compor a bandeira da propriedade.


Posições Escravas (BDSM)

Segue uma relação de posições escravas BDSM.Peço sinceras desculpas por passar o texto em inglês. Eu realmente ando sem tempo pra nada. Praticamente só estou voltando pra casa para dormir. Mas garanto a vocês que assim que tiver um tempo eu traduzirei a vocês.

Aqueles que quiserem me fazer este favor e traduzir, ficarei agradecido. ;)

Attend - This is when a slave is directed to ‘attend’ to the needs or serve another dominant (non-sexual)

Attention - This is a military position. The slave stands, feet and ankles together and her arms are at her sides, fingers curled slightly under and held at the thighs. Her back is straight and her eyes are focused on the horizon.

Assume Spot - This is generally a position to the left and slightly behind a dominant wherein the slave is in a comfortable position (not kneeling) which can be maintained for long periods of time.

Auction – This is a position used to display a slave at a slave auction or to show your slave to others. The slave starts by facing the crowd with legs spread, arms at a 45 degree angle from body with palms facing crowd. On command the slave turns away from the crowd and assumes the same position in order to show her back side.

Bring – Get – Fetch - All variations of the same command which is used to set the slave into motion to retrieve an object or objects for her Master.

Come – Present - Generally a face down position, arms at the side, legs together.  This the definition of Present as a position.

Present - (variation) will have a submissive face down with arms stretched forward over her head — wrists crossed — and ankles crossed to represent cuffing.

Follow - to trail the dominant an exact pace 3-4 steps to the back and left of dominant.

Crawl - generally a full forward belly crawl.

Down on Back - assume position on back, legs together, arms at side.

Close - can be used physically, mentally or both; Generally it means that the slave is to “close off” the genitals from view, from desire or both.

Crawl - (variation) knee and palm crawl.

Display - any arrangement of body posture determined in advance by the dominant to be ‘the display position’ — slave is to move into that position until verbally released.

Dismissal - This is used for dismissal from presence for discipline or punishment and should include the slave backing away from the dominant, chin up, eyes lowered in whatever ‘mode of travel’ the slave is already in when the command is issued. Example, if the slave is standing the slave will back up standing. Slave is to remain ‘facing’ their dominant until they have gone beyond the ‘threshold’ — in common terms this is generally 10 feet (seldom implemented today). If the slave is in a crawling position when dismissal is ordered, they would crawl backward (again facing dominant) from presence.

Display – This position is often called Inspection. The Display command has several different means depending on your location. 1) English Classic Display - kneeling with thighs widely apart. The slave should interlock her fingers behind her head, chin should be up, eyes should be down, butt on heels, back is straight, chest and genitals presented in ‘display’ or for the viewing pleasure or inspection. 2) Modern - Standing in semi-military stance. Feet should be same width apart as the shoulders, fingers laced behind neck, chin up, eyes down, posture straight, full body and genital exposure. 3) In addition, in some areas “Display” was a command for the slave to show her Master her mouth, breast, anal area and cunt in four positions.

Examination - It is usually more than one position. The slave displays a part of her body then on command moves to the next position to display a different part of her body.

Informal or At Ease position - Very similar to military at-ease position. The slave standing with her feet at the same width apart as the shoulders, head up, eyes down, posture perfect but not stiff. The slave when standing next to other slaves should maintain one arm lengths distance on all sides if more than one slave is under inspection.

Inspection – often used for 1) or 2) listed under Display.

Stool – table – ottoman - These are all variations of a slave as furniture on hands and knees with head down below table surface – back to be held firmly as furniture (footrest or table).

Parade rest - This is another military position.  The slave spreads her feet apart  to the width of the shoulders.  The slave’s arms are behind her back and she cups one hand in the other at the small of her back.  If used in a military fashion, the slave must first be at attention and when ordered to Parade rest, moves only her left foot and hands to assume the position.  In the BDSM community this position is often used without going first to attention.

Present - This is commonly used to order slave into ‘modern’ kneel display position. Kneeling with thighs apart, back should be posture perfect, chin up, eyes down, palms down and resting on the front of thighs, butt on heels. A variation is the English style - palms up on thighs (otherwise same as above)

Front cuff or back cuff - slave to move hands to front while maintaining any presentation position — or to the back. Cuffing can be ‘invisible.’

Present down - This position is generally where the slave moves from a standing or kneeling position into a full face down presentation. Note – attaining the position should be done in a sensual fashion to provide visual pleasure to anyone viewing the change in position.

Guard - This order or command is exactly as it sounds — it orders the slave to guard whatever the dominant directs the slave to guard -such as property or even other people.

Fetch - The slave is to retrieve objects using only her mouth as a dog would.

Get – Bring - same command as above.

Got to your Place - The slave goes to a predetermined location in the home and stays until her Master has a need for her.

Surrender – Prostate -
often melded to present down with ankles crossed and arms above head wrists crossed while laying face down.

Heel – The slave follows slightly behind and to the right of her Master. Often used if the Master wishes to engage in conversation while walking with his slave.

Humble - may include face down with legs parted to width of shoulders — arms out to sides to form a human cross shape and can be face up or face down.

Leave – Stop - command to cease any and all activities without question.

English Obedience - Kneeling (same as English above) except that the slave will place her hands behind her back (often crossed at wrist) and will bend forward until her face is against the floor surface.

Modern kneel - slave will rest her weight on her forearms with her hands meeting and her face moving down to rest against her wrists.

Open – present – As noted – Present is used in many ways. Open is or can be used to mean open physically, mentally or both – Open most often refers to genitals.

Worship -
This command directs a slave into a position of worshipping a specific body part of the dominant.

Whip - This may be a standing or kneeling position. If standing the slave should be against a solid surface (hand bracing) exposing the back and buttocks for whipping.  If kneeling, the slave should present back and buttocks in the air while adequately protecting the hands, and neck by keeping those areas down or under the body.

Present (position) - may include ritualized offerings of a collar, or may blend with other commands such as ‘bring’ so that the slave ‘displays’ the object she has retrieved in a present position once returning to the presence of the dominant.

Exit or Leave Presence - Older traditions were for a slave never to turn her back on her dominant while moving ‘in presence.’ The turning of her back is considered an action of disrespect.

Fonte: http://bestslavetraining.com/slavepositions.htm

Coleira Virtual

Há algum tempo pessoas tem me questionando o uso correto da coleira virtual descrito na seção Liturgia deste blog.

Confesso que sempre tive dúvidas em relação ao uso correto. Em pesquisas mais profundas descobri que existem dois padrões diferentes, eu pessoalmente chamo de Padrão GanoN e Padrão Jot@SM. Em homenagem aos dois mestres que definiram estes padrões.

Sempre vi pelo orkut e chats pessoas usando o padrão {excrava} Mestre ou Mestre {escrava}; este é o padrão Jot@SM onde a lógica se dá pela escrava estar encoleirada e ser propriedade do Mestre.

Mas segundo Padrão GanoN, por onde me baseio grande parte do meu conhecimento, ele afirma o uso correto como escrava {Mestre} ou {Mestre} escrava pois a marca (coleira) é dada pelo Mestre, e não pela escrava.

Confesso que o padrão GanoN não é muito usado, e acredito que fui um dos poucos a usa-la. Mais do que isso, devido a grande confusão de acharem que sou submisso, recentemente acabei adotando o padrão Jot@SM.

Agora, qual padrão é o certo? Não sei. Depende de qual você simpatizar…

Ficha de Escrava

Neste artigo irei anexar um modelo de ficha que acredito que seja essencial para um mestre.

Esta ficha foi tirada de um site BDSM americano (já faz muito tempo que o tenho, não me lembro de onde), onde nela consta instruções (em inglês) para a escrava fornecer informações pessoais, medidas, dados médicos, psicológicos, experiências, e preferências BDSM.

Esta ficha deve ser preenchida junto ao mestre, e discutido todos os itens. E de certo vai ser muito útil para seguir de guia para o contrato e para evitar possíveis falhas de comunicação.

Registro de Contrato de Escravidão.

label200.pngPara aqueles que desejam registrar seu contrato, ou melhor, torna-lo de conhecimento público, uma boa opção é o site do Carcereiro. A publicação é gratuita e é feita de forma rápida.

O registro não possui valor legal, e nem possui alguma obrigatoriedade. Mas muitos preferem deixar a sua posse de conhecimento público.

Para os interessados, é necessário seguir as seguintes exigências do site:

  • Para registrar um contrato, basta enviar o texto (sem formatação e sem numeração) dentro de um e-mail para ocarcereiro@gmail.com, vindo do e-mail da pessoa submissa. O Dono(a) também deve enviar um e-mail autorizando a publicação.
  • Em caso de recisão ou denúncia de um Contrato, é de interesse dos que o subscrevem a remoção desta lista. Para tanto, peço que me informem.
  • Os Contratos serão escritos dentro de um formato padrão e numeração pré-definidos, usando-se o fonte Linda Cursive Normal (anteriormente era Lucida Calligraphy) e, alternativamente, Times New Roman. Para ter o melhor efeito na visualização ou impressão dos Contratos.

Para aqueles que procuram um modelo de contrato, favor visitar o artigo “Modelo de Contrato de Escravidão Consentida“.

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