Mais um Pouco Sobre Breathplay

ATENÇÃO! NUNCA PRATIQUE BREATHPLAY SOZINHO! ESTA NÃO É UMA PRÁTICA PARA INICIANTES! SEMPRE FAÇA ACOMPANHADO DE ALGUÉM EXPERIENTE. ESTE TEXTO FOI TRADUZIDO A PARTIR DE UM ARTIGO E SEU CONTEÚDO É RESPONSABILIDADE DE SEU AUTOR.


Breathplay é uma edgeplay que para muitos é um limite do BDSM. No entanto há diversas formas que você pode tirar prazer desta prática. Este artigo discute as várias formas de breathplay, riscos e como é.

Há diversas formas de classificar essa prática, abaixo será dividido em três categorias.

  1. Compressão da Carótida
  2. Compressão da Traquéia ou Canal respiratório

Estes dois geralmente são combinados, por exemplo, quando se tenta parar o fluxo de sangue na carótida você também pode pressionar a traquéia.

Tanto estrangulando com as mãos ou com uma corda, ambos possuem os mesmos riscos, no entanto quando usando a mão a pressão pode ser controlada mais facilmente. Uma cena de enforcamento é mais perigoso por causa que o peso do corpo do sub é que aplica a força sobre o pescoço. Ficar pelas pontas dos pés é tão seguro quanto ficar suspenso no ar. E muito importante que o sub esteja firme no chão quando a corda for removida. Você não pode confiar que você pode tirar as cordas com as mãos. Tenha sempre uma tesoura de primeiros socorros em mãos. Nunca derrube um sub para ficar pendurado, pois pode danificar a espinha.
Se o propósito é chegar a inconsciência o estragulamento é a melhor opção (nota do GasMask: Não recomendo chegar a esse nível) e você poderá realizar em até três segundos. É muito mais confortável para o Sub.

Outras brincadeiras que restringem a passagem de ar

Mão sobre a boca e nariz (smothering) – Colocar a mão sobre a boca e nariz durante o sexo é provavelmente a forma mais comum de breathplay. A mão pode formar uma ótima vedação para o nariz para aumentar a intensidade. Este é uma boa prática para iniciantes, principalmente na posição “papai e mamãe”, onde o top pode monitorar a reação do bottom.


Bagging – (…) Sacos plásticos finos podem ser usados podem ser usados pelo top para permitir a perfuração com a mão ou dentes em caso de emergência. Isto é preferível se você está tentando pela primeira vez e deseja ter um senso de segurança. Um saco mais grosso é dificil de rasgar, já que o plástico tende a esticar antes de furar. Um par de tesouras de primeiros socorros deve ficar sempre a mão se você selar o saco com fita adesiva. Escolher um saco transparente é muito importante, já que você pode ver a reação do sub. Se for necessário vendar, é mais seguro colocar uma venda no sub por baixo do saco plástico.

Quando fizer esta prática, não é necessário o uso de fita adesiva. Alguns preferem tapar os buracos de alguns sacos para adicionar o elemento de “inescapável”, fazendo a cena mais autêntica, mas o dominador pode  apertar o saco ao redor do pescoço com as mãos para restringir o ar com a vantagem de poder remover o saco de forma muito mais rápida, sem ter q remover a fita adesiva.
É muito importante lembrar que se o submisso entrar em pânico e se debater e ficará mais dificil de retirar o saco. Outro fator importante é que o sub pode sugar o plástico pela boca, o que pode gerar pânico, bloqueando toda a entrada de ar.

Rebreathing – É respirar o ar que você já expeliu. O oxigênio no ar diminui com cada ciclo de respirada. Rebreathers são usados no mundo baunilha como equipamento de mergulho. Neste caso não se aplica no BDSM, pois este sistema utiliza o ar respirado e renova o oxigênio. Rebreathers para BDSM podem ser comprados na internet. São máscaras com um balão que infla e desinfla conforme você respira. O dominador pode apertar o balão para retirar o ar ou então manter para ter controle do Breathplay.

Afogamento – Segurando alguem de baixo d’agua automaticamente faz ela parar de respirar. A experiência é bem desorientadora, com o risco obvio de afogamento. É muito dificil de medir a reação do sub e certamente você não pode confiar nas bolhas na água para saber o que está havendo.

Shared Breathing (Respiração Compratilhada) – É quando um casal compartilha a respiração entre eles. Isto poderá ser feito boca-a-boca para uma cena mais íntima ou conectando máscaras de gás entre si com um cano. O princípio é o mesmo no Rebreath, onde o xoigênio diminui com o ar já respirado.

Sufocamento – Forçar o travesseiro na cara de alguém é uma forma de sufocamento, e é geralmente feito durante um sexo selvagem. Colocar o travesseiro no rosto de alguém é um sentimento bem diferente e claustrofóbico. Facesitting também pode ser usado para sufocar, o equivalente masculino é colocar o penis na boca do sub e tampar o nariz.

Segurar a respiração é a forma mais segura de Breathplay, já que o corpo irá respirar automaticamente se você desmaiar. Mas você ainda deve se preocupar em caso de queda.

É possível que um corset muito apertado possa induzir ao desmaio. Um corset feito de metal vai restringir a respiração, e possivelmente poderá causar uma diminuição na cintura. Seu parceiro precisará dominar a técnica de amarrar um corset para poder desfazer rapidamente, senão será necessário cortar os laços.

Qualquer forma de Breathplay que você praticar as seguintes dicas irão ajudar a fazer uma cena (um pouco) mais segura:

  • Mantenha contato visual. Enclausuramento total e vendas são muito apreciadas pelos subs, mas contato visual e a forma mais fácil de saber como está seu sub. Pálpebras caindo, como se estivesse ficando com sono significam que a pessoa está perto de ficar inconsciente. Talvez você queira tentar manter ele neste estágio. De repente olhos quase fechados são sinal de que está quase a apagar. Se você não quer deixa-lo inconsciente, restabeleça o ar agora. (Nota do GasMask: Não recomendo a chegar neste estágio). Se os olhos fechares depois disso, considere que a pessoa apagou e forneça ar fresco imediatamente. Se o sub não chegar a inconsciência eles irão experimentar ao menos um zumbido por estar tão perto.
  • Como você não pode usar muito bem a safeword nesta prática, você terá que combinar com o sub para dar um sinal quando estiver desconfortável, usando um gesto como aviso não é recomendado, pois você pode não ver ou o sub pode não estar raciocinando direito. Se estiver em bondage, faça-o segurar um objeto; quando ele desmaiar ele irá derrubar o objeto.
  • Faça um ambiente seguro movendo os objetos do caminho e tenha um colchão preparado para a cabeça do sub se ele quiser deitar depois. Para evitar quedas, faça a cena numa cadeira ou melhor ainda, já no chão. Isto é muito importante se você não consegue suportar o peso de seu sub. O sub pode cair mesmo sem estar inconsciente.

Como você se sente no Breathplay?

Para o top o breathplay é uma enorme responsabilidade já que a vida de seu sub está literalmente em suas mãos, um equilíbrio deve ser estipulado e deve estar muito bem guardado em sua mente para não estragar a cena. Igualmente para os bottons que estão confiando a sua segurança em você, eles devem estar cientes dos riscos que possam ocorrer sem ter medo de algo ruim acontecer, para não estragar a brincadeira.

Métodos como o Rebreath são devagar e relaxantes para ambas as partes. O espaço do sub muda rapidamente e ele se sente como se estivesse drogado ou em transe, caminhando devagar para a inconsciência.

Métodos como estrangulamento é uma aventura mais subita, eles são bastante intensos para ambas as partes. É mais agressivo e realmente joga com a força física na dinâmica D/s. O sub se debate sentindo o aperto no pescoço, o sangue prendendo na cabeça, ele não consegue respirar e debater é inútil, então a sensação de que estão desmaiando. O dom coloca a pressão e dá satisfação nisso. Ele vê o sub se debatendo, que fica cada vez mais fraco e os olhos fecham até perceberem que está quase para apagar.

Voltar a si é um momento confuso, isto é verdade para reganhar a consciência. O dom/domme precisa tranquilizar o seu sub por um momento pois ele pode não lembrar de onde estão. Note que acordando amarrado pode adicionar stress e confusão.

Quão seguro é o breathplay?

Esta pergunta é muito debatida e muito grande para ser discutida aqui. O artigo de Jay Wiseman é o tópico predominante na internet mas há outros que confrontam o seu ponto de vista.

É certamente seguro fazer com um parceiro do que sozinho, já que este não poderá tirar o saco ou a corda se desmaiar. Saber o básico de reanimação (CPR) seria obviamente uma vantagem senão considerada uma segurança a mais.

(Alguns dos) Os riscos do Breathplay:

  • Ruptura ou inflamação da traquéia
  • Laringite
  • Fratura da laringe
  • Danos a vasos sanguíneos
  • Quedas
  • Parada cardíaca
  • Dano na coluna
  • Convulsões
  • Morte

Estrangular e enforcar possuem mais riscos que qualquer outro método, como por exemplo o rebreath. Isto se deve a pressão colocada na traquéia, carótida e artérias ou ambos. Isto não é definitivo, mas de qualquer forma podemos ter uma idéia quando alguém está pra ter convulsão, pessoas com risco de ataque cardíaco e grupos vulneráveis, como grávidas não devem praticar breathplay.

Fonte: BDSM Digest - Copyright © Sky Gazzard

Kama Sutra Automotivo

Achei um guia interessante para os frequentadores de Drive-in se virarem dentro do carro :D

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Fonte: Haznos

Técnicas de Bondage e Shibari VII

Recentemente encontrei um site interessante de nós úteis para bondage. Está no site Roper’s Knot Page. Infelizmente o site está em inglês. :(

Mas acredito que os esquemas ilustrados não serão grandes problemas. Os nós são classificados no site por utilidade ou por ordem alfabética. Vale a pena conferir!

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Veja Também:

Mindfucks

MindFuck: [...] 2. Uma técnica no BDSM onde a pessoa consente em receber algo, mas recebe algo completamente diferente daquele desejado; e geralmente inofensivo. [...]“

Urban Dictionary

Segue neste artigo algumas considerações e técnicas de Mindfuck que podem ser usadas no BDSM. Lembro-os mais uma vez que se alguém decidir seguir este artigo, estará fazendo por conta e risco próprio.

Antes de tudo deve-se abordar alguns aspectos antes de ir à prática:

Limites:

  • Saber o que é Tabu para essa pessoa
  • Prestar atenção nas linguagens corporais
  • Mindfuck geralmente não é atividade de primeiro encontro
  • Saber a condição física do seu parceiro é crítico. (Por exemplo, doença do coração, asma, etc…)

Psicologia:

  • Aprenda e entenda os gatilhos emocionais do seu parceiro. Saber como entrar em sua mente.
  • Tenha cuidado com memórias de situações passadas que possam ativar gatilhos emocionais resultando em flashbacks, podendo causar problemas. A comunicação aberta é a melhor opção para se evitar esses problemas.
  • O pós-cena é ainda mais crítico com o mindfuck devido aos possíveis impactos psicológicos de longo prazo. Os efeitos de uma cena intensa pode não ser aparente por diversos dias.
  • Anti-depressivos e outros medicamentos podem ter efeito no resultado e efeitos de longo prazo devido a cena.
  • A intensidade da cena irá variar de pessoa para pessoa.
  • Reações negativas de uma cena podem não ser aparentes por diversos dias. Esteja preparado a oferecer apoio quando preciso. Isto se aplica a ambos os parceiros.

Memórias e Experiências Passadas:

  • Abuso em uma relação passada ou na infância podem ser gatilhos emocionais fortes
  • Pessoas que sofreram abuso ou estupro podem reagir violentamente e de forma inesperada a cena.
  • Por outro lado, mindfuck pode ser uma ótima terapia para se lidar com dificuldades passadas em um ambiente controlado. A confiança na relação é a chave.

Preparando a Cena:

  • Crie uma imagem mental.
  • Planeje com antecedência. Planeje com semanas de antecedência.
  • O objetivo é criar no parceiro esta imagem mental. Faça com que sua mente faça a maior parte do trabalho. Faça a sua imaginação tomar controle.
  • O tom de voz é um fator importante.
  • Escolha as suas palavras com cuidado.
  • Muitos detalhes podem arruinar a cena.
  • Iluminação adequada pode dar um clima a mais na cena.
  • Musica de fundo pode ser usada para mascarar distrações.
  • Vendas
  • Use um perfume diferente.
  • Disfarces ou Fantasias.

Sugestões de Cenas:

  • Shaving: Prepare a área e arrume os equipamentos necessários. Vende a pessoa e simule uma depilação usando um cartão de crédito como lâmina. Depile uma área onde normalmente não depilaria e faça pela metade.
  • Facas: Vende a pessoa e simule corte usando facas falsas e gelo mineral.
    • Passe a “faca” no pescoço como se quisesse fazer um pequeno corte.
    • Uma agulha de tricô como se fosse a ponta de uma faca.
  • Agulhas: Use espetinhos de bambu (churrasco). Eles não penetram na pele com facilidade.
  • Branding: Faça o “branding” usando gelo.

Quando Lady Murphy quer dominar…

Mesmo os seguidores ferrenhos do SSC (como todos deveriam ser), ainda há sempre uma probabilidade de algo dar errado na cena, afinal, nada é certeza, senão a certeza de que um dia morreremos.

Neste artigo vou traduzir e adaptar um guia rápido com dicas sobre quando a cena vai mal, criado por Laurel Adams. Lembro-os mais uma vez que se você decidir seguir este aviso, será por sua própria responsabilidade.

1) Aceite que haverão problemas.

Nenhum dom Lê pensamentos. Todo sub possui botões que podem ser pressionados de forma errada. Cada cena possui um potencial de desastre. D/s é muito divertido e para muitos de nós, faz parte de quem somos, mas também possui riscos. Aceite que as coisas poderão dar errado. Se isto não aconteceu com você ainda, poderá acontecer. É normal. É como você lida com a situação que faz a diferença.

2) Comunique antes que o problema tome proporções épicas.
Não há nada mais preocupante que descobrir que está havendo um grande problema e que o sub ou dom não está ciente. Comunique com antecedência e com freqüência para que os problemas sejam evitados. Até mesmo safewords podem ser evitados com uma comunicação adequada.

Comunicação é uma via de duas mãos. Isto é, você precisa expressar e ouvir. Seu parceiro pode estar dando informações valiosas que você deve levar a sério, especialmente no caso do sub cujo o ambiente pode limitar a sua comunicação. Pergunte com freqüência para obter mais informações.

3) Tente trabalhar na própria cena.
Este é um conselho controverso. Mas eu (Laurel Adams) penso em resolver o problema sem quebrar o clima. Se o problema for pequeno, você irá esquecer sobre isso conforme as endorfinas correm no seu corpo após o orgasmo. É difícil as pessoas concentrarem na cena apos uma interrupção. Então se é possível lidar com o problema na cena, faça-o.

4) Se não pode ser resolvido em cena, pare a cena e resolva o problema.
Se há algo que você não consiga lidar na cena, você irá saber. O clima irá evaporar rapidinho. A safeword pode ser dita e um dos dois irão sentir uma tensão. Se isto for o caso, pare a cena imediatamente! Mesmo se você for o tipo de pessoa que tem que pensar fundo a respeito, você precisa reafirmar ao seu parceiro. Mostre e prometa a seu parceiro que você é maduro suficiente para assumir responsabilidade. Se alguém precisa de tempo para pensar, respeite o tempo de cada um.

5) Reafirme a dinâmica D/s.
Dominação e submissão são postos vulneráveis. E depois de um problema ou desentendimento, sempre há um sentimento de preocupação em um ou em ambos os lados.

Especialmente no caso dos submissos, que poderá interpretar como qualquer problema ou desentendimento como sua incompetência. Pois o objetivo do sub é fazer o seu dom feliz. Se o sub falhou nisso, o sub irá se sentir, em algum nível, mal por causa disso. Dominadores também se sentem mal, sentem que falharam para com seu submisso, talvez falhado em proteger o seu submisso, e como o submisso poderá responder sobre isso no futuro.

É melhor evitar esse tipo de dúvida. Assim que o problema for resolvido, tente terminar a cena, ou quando possível, restabeleça a dinâmica. (…) Não importa o que seja feito, apenas reafirme o seu status e mostre que nada foi mudado.

Cuidados no Bondage

Segue neste artigo algumas técnicas e principalmente cuidados com o Bondage.

Para se praticar bondage primeiramente, deve-se ter em mente três aspectos:

  • Circulação
  • Nervos
  • Respiração

Estes três itens são de extrema importância e não dependem só do Top. O bottom tem o obrigação de informar a sua situação.

Quando amarrado com força, a corda pode comprimir algum nervo e causar dormência. Muitos bottons não informam a sua real situação para não parar a cena, e isso vai contra o SSC. Durante uma cena, um bottom entra em uma estado mental profundo, concentrado. O que muitas vezes faz com que não perceba a dormência logo de cara. Deve-se verificar constantemente a condição de seu bottom.

A má circulação em curtos períodos de tempos não faz mal a saúde. Porém em longos períodos isso passa a ser um problema. Sinais de má circulação são partes afetadas começam a ficar frias e azuladas. Deve-se aliviar ou mudar a posição o mais rápido possível.

Respiração pode ser afetada se houver amarras fortes no peito, principalmente pelo fato de quando as pessoas ficam excitadas, passam a respirar mais rápido.

Poucas pessoas sabem, mas pessoas claustrofóbicas podem ter problemas no Bondage. Muitas delas acham que gostam de bondage até sentirem de verdade e uma crise surgir. O dom deve ter tesouras de segurança em mãos caso um pânico ocorra.

Outra preocupação que se deve ter é a temperatura do ambiente. Tenha em mente que uma seção de bondage por mumificação de PVC pode aumentar a temperatura corporal da pessoa, fazendo-a suar e podendo levar a desidratação.

Lembre-se que quando você pratica Bondage em alguém, você fica responsável por ela. A segurança física e mental dela está sob sua responsabilidade. Confiança é fundamental para este tipo de prática. Lembre-se que confiança deve ser conquistada, e não esperada.

Imobilizador Portátil de Mãos e Pés

Aproveitando o último artigo sobre a minha navegação no site Desejo Secreto nas seções ‘faça você mesmo’, achei outro muito interessante: Imobilizador Portátil de Mãos e Pés, criados também por pet_one.

Irei transcrever neste artigo as suas instruções na íntegra. Espero que seja útil a vocês! ;)

O castelo está em obras?
Os calabouços, interditados ?
Onde prender o(a) sub que está quase de joelhos, suplicando por uma imobilização em pé?
Calma… Nem tudo está perdido!
Veja como é fácil e barato fazer um imobilizador portátil, planejado para ser utilizado onde houver uma porta – parede de calabouço! – que possa ser fechada à chave (veja as ilustrações). Os dois imobilizadores – um para cada mão – são colocados no alto da porta, com o cabo de vassoura (ou tubo de pvc de 25mm) para o lado de fora, deixando as extremidades com os anéis em “D” para dentro. Os mesmos imobilizadores podem ser colocados na soleira da porta, para prender os pés.
Tudo o que você precisa é:
- 1 cabo de vassoura
- 1 cinto velho, sem uso
- 2 anéis em formato de “D”, na largura do cinto
- tachinhas e rebites
Comece, serrando o cabo de vassoura em pedaços de 10 cm cada. Corte o cinto em dois pedaços de uns 15 cm cada. Enrole uma das pontas de cada tira de cinto em volta do cabo cortado e fixe com pregos. Algumas pessoas gostam de usar cola antes de pregar. Com o outro lado da tira de couro, passe por dentro do “D”, e use rebites para fixar.
Contudo, se você for daquelas pessoas que não sabe serrar, cortar couro ou colocar rebites… nem tudo está perdido. Compre faixas de matéria similar a usada para confeccionar cintos de segurança, os anéis em forma de “D” e leve a uma costureira, a fim de ela faça o serviço de costura nas extremidades.
Para dizer bem a verdade, foi isso mesmo que eu fiz, depois de treinar uma boa explicação para a costureira…
Meus imobilizadores ficaram ótimos, leves e muito práticos.
Sabe aquele cinto velho, que não tinha mais uso? Bem… Meu Mestre adorou usá-lo de uma outra deliciosa maneira…

Faça seu Vacuum Pump.

Estava navegando no site Desejo Secreto, quando me deparei na seção ‘Faça Você Mesmo’ e achei informações interessantes de como fazer seus próprios brinquedos.

Neste artigo irei transcrever trechos das instruções deste Vacuum Pump, criado por pet_one.

Material

1 faca afiada
1 seringa de 20 ml
1 instrumento perfurante (também conhecido como furadeira) ou qualquer coisa que sirva para fazer furo
1 pedaço de arame (Usei um clips aberto. Aliás, para quem não sabe, foi uma mulher quem inventou o clips…)

Como fazer

Etapa 1

Pegue a seringa e tire o êmbolo.
Pegue a faca afiada e serre a ponta da seringa (aquela parte onde se conecta a agulha).

Etapa 2

Agora, pegue o êmbolo e faça uns quatro ou cinco pequenos furos em intervalos regulares (olhe as fotos).
Se não tiver uma furadeira, você pode fazer os furos com qualquer objeto perfurante.

Etapa 3

Agora está na hora de colocar o êmbolo na seringa. Mas, preste atenção para o seguinte detalhe: coloque o êmbolo ao contrário!!! Isso é fundamental!!!
Outra coisa: a ponta da seringa que você cortou não está lixada. Além de não aderir bem à pele – e, aí, adeus vácuo! -, este lado iria causar ferimento na pele do(da) seu(sua) submisso(a).
Deu para ver a diferença, não é? Colocando o êmbolo da maneira como expliquei, você estará usando o lado que tem um acabamento liso, que não foi cortado, e que tem uma superfície de contato maior, o que permitirá maior aderência ao nosso sugador.

Etapa 4

Experimente.
E então?
Ficou bom, não é? Está funcionando. E bem. E foi barato. E rápido de ser feito.
Mas… E para que os furos, então? E o clips???
Ahah!!!!! Se você ainda não se deu conta é porque não tem um Mestre parecido com o
meu
Porque o meu Mestre quer brincar com vácuo, mas quer ter as mãos livres para
Mestre!! maissss coisas!!! E não sou eu a pessoa que vai discordar disso!!
Então, meu Mestre faz vácuo até onde ele quer (oouuchhh!!!), passa o clips aberto por uns dos furos que fizemos (plural majestático: eu faço, ele usa, nós aproveitamos!!!) e, assim, “tranca” o êmbolo na altura que deseja.

Eu experimentei fazer e realmente é uma criação barato, fácil e seu(a) escravo(a) vai adorar!

Técnicas de Bondage e Shibari VI

Esta técnica de shibari, Karada, já foi postada anteriormente, mas vou postá-la novamente com explicações e melhores imagens ilustrativas.

Na minha opinião, é uma das técnicas mais bonitas e ‘style’.

Use a twelve yard rope, double it up and make a loose loop around the neck, both single ends of the rope towards the front of the body. Now make a first overlay knot just above the breasts.

karada01.jpg

You need a second one just under the breasts, a third one on the belly button and a fourth one on the lower belly, just above the pubic hair (or where it used to be).
You can add a couple of extra knots, touching the vagina and the anus. You may even insert small dildos in the knots

karada02.jpg

Both ends again go in between the legs, the labia and the bottom-cheeks up over the spine and through the neck-loop.

karada03.jpg

Now you split the ends go forward – one end on each side of the body.

karada04.jpg

Go under you front-line above the first overlay knot, go backwards again and tie the ends together (right next to the spine).

Repeat winding the rope in between the first and second knots.

karada05.jpg

You repeat this procedure again and again, until the body of your partners looks like it was a fish, freshly caught in a net.

Don’t do this all too tight, just take care there is sufficient tension.

This bondage is also the one your partner can wear underneath your normal clothing for a long time.

karada08.jpg

As the scene goes on, you can tie arms, hands and legs to this harness, which makes certain your partner feels every move she makes around her entire body. Or you can tie the whole thing to a stake or a hook and your partner won’t go anywhere, even with her hands and feet untied (which is a very frustrating feeling).

karada07.jpg

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Veja Também:

Técnicas de Bondage e Shibari V

Segue outra técnica de Shibari. Ela chama-se Kotobu Ryo e consiste em imobilizar os braços da escrava. Esta técnica é praticamente a continuação da técnica anterior, Tekubi.

Segue as instruções orignais em inglês.

kotobu01.jpg

Tie together both wrists.

kotobu02.jpg

With the remaining part of the rope, pull upwards and backwards the wrists, all the way to the back of the head.

kotobu03.jpg

Have the subject do an about-face. Wrap the remaining portion of the rope around the subject’s body, starting from the leftward side.

kotobu04.jpg

Making sure that the rope passes through the area directly under the breasts, wrap the rope around the body once.

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Fasten the sections of the rope dangling from the wrists to the part of the rope that remains unused after having been wrapped around the subject’s body.

kotobu07.jpg

Start wrapping the remaining portions of the rope around the subject’s body again, this time in a counter-clockwise fashion (right-hand side to the left-hand side).

kotobu08.jpg

Secure the portions of the rope that remain after having wrapped it around the body (in step(6)) to the sections of the rope dangling from the wrists, and knot firmly to complete with the bonding.

kotobu09.jpg

This procedure, which allows for the wrists to be immobilized at the back of the head, is a relatively simple one that allows one to easily deprive the subject’s liberty. Using this maneuver allows you to expose the subject’s armpits and breasts for free manipulation. A subject bound up this way can be caressed and massaged in a variety of different postures; while standing, sitting, or reclining. To heighten the sense of suffering experienced by the subject while being bound in this manner, it may be appropriate to use a muzzle or a blindfold on the subject. If one wishes to employ a whip on a subject tied up in this fashion, care should be so that it does not get entangled with the hands restrained in the back. Doing so may cause the skin to chafe or be cut.

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