Fetiche: Torre Eiffel


fetiche
fe.ti.che
sm (fr fétiche) 1 V feitiço (acepção 2). 2 Manipanso. 3 Objeto de reverência ou devoção extrema ou irracional.

Fonte: Dicionário Michaelis

Assim como no post anterior sobre Fetiche de Carros, neste post segue um fetiche bem peculiar de uma mulher. É o  que pessoalmente chamo de fetiche puro.

Erika La Tour Eiffel, 37 anos, ex-soldado que mora em São Francisco, Califórnia, já esteve apaixonada por objetos antes. Seu primeiro amor foi Lance, um arco e flecha que possibilitou ela se tornar uma renomada arqueira. Ela gosta muito do Muro de Berlim, e ela diz que tem uma relação física com um pedaço de cerca que ela mantém em seu quarto.

Mas é com a Torre Eiffel que ela se comprometeu a amar, honrar e obedecer em uma cerimônia íntima com seus amigos. Ela mudou seu nome legalmente para refletir o vínculo desse relacionamento.

Ela revisita a estrutura massiva como parte de um documentário sobre Cinco mulheres objectum-sexual. Há por volta de 40 pessoas no mundo que se declaram O.S, todas elas mulheres e muitas delas diagnosticadas com Sindrome de Aspenger.

O termo OS surgiu por meio de Eija-Riitta Berliner-Mauer, uma mulher de 54 anos que se diz casada com o Muro de Berlim por 29 anos.

Antes de retornar a Paris para seu primeiro aniversário de casamento, a senhora La Tour Eiffel visitou o muro de Berlim, onde seu afeto por aquilo que os Alemães vêem como simbolo de repressão, traz um encontro desagradável com um membro da equipe do museu Checkpoint Charlie em Berlim.

“Eu não entendo como algumas pessoas podem trazer alguém ao mundo – um objeto – e não ama-lo”, ela disse.

Ela explica que tem uma afinidade com o muro: “Eu sou o muro de Berlim. Odeie-me, tente me destruir, mas ainda estarei lá, de pé”.

Ela culpa a sua educação pela sua condição. Ela diz ter sido molestada por seu meio-irmão e abandonada por seus pais em diversos orfanatos.

“Se sou o que sou hoje é por causa de tudo o que aconteceu comigo, e estou bem com isso”, diz ela.  “Eu não mudaria quem sou eu agora”. (…)

Fonte: The Telegraph

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