Propagandas…


Hoje, somos cercados por propagandas eróticas, explicitas e provocantes. Dizem que isto é uma das grandes caracteristicas da geração Y, (pessoas que nasceram entre 1970 até o ano 2000). Vemos muitos de nossos avós ou pessoas mais experientes comentarem que hoje as coisas estão uma vergonha, “tudo a mostra”.

Mas, vamos parar por um momento e ver algumas propagandas da geração silenciosa (1925-1945).

Pois é… O tempo mais simples e ingênuo onde o machismo reinava na primeira metade do século XX… Spanking era algo aceitado e tolerado na época, só que de uma forma não concensual. Será? As mulheres não eram educadas para servir os homens nessa época? Segundo a propaganda elas deveriam estar felizes por isso e aceitarem de boa. Não estou dizendo que é certo e ou errado. Só estou divagando sobre isso… Não sei… Só sei que devem ter surgido muitos fetichistas e praticantes BDSM nesta época e nas seguintes estimulados por estas propagandas e cultura…

Agora, olhe novamente as duas primeiras propagandas do post.

Curiosidade:

Classificação das gerações:

  • Geração Perdida (1914-1918)
  • A Grande Geração (1901 -1924)
  • Geração Silenciosa (1925-1945)
  • Geração Baby Boom (1946-1964)
  • Geração X (1960-1980)
  • Geração Y (1970-2000)
  • Geração Z (1990-hoje)

Halloween – Uma oportunidade Fetichista


Ah! Halloween… Mesmo para os que não vivem nos Estados Unidos esta data é comemorada por todo o mundo. Apesar de ser uma comemoração tipicamente para crianças, os adultos também se divertem e também fazem suas travessuras.

Me digam se uma data destas não é uma ótima oportunidade de realizar algumas fantasias fetichistas de sem as pessoas perceberem (será?). Vejam algumas fotos de fantasias de Halloween encontradas na internet.




E vocês? Vão pedir gostosuras ou travessuras?? Para todo o mundo: Feliz Halloween! Para os Brasileiros: Feliz dia do Saci!

FAQ: Ele Quer Mas Eu Não Quero!


Segue abaixo o texto traduzido do site Fetish Exchange e que de certo vai ajudar algumas pessoas.

Abaixo está uma pergunta que um de nossos leitores nos perguntou e vamos responder. É uma pergunta que provavelmente é feito pelo menos uma vez a semana. A situação é que não é incomum quando se trata de BDSM: um dos parceiros quer, mas outro não. Espero que esta questão ajude outras pessoas.

A questão…

“Estou procurando informações que possam cobrir os problemas que podem surgir num relacionamento, especialmente no casamento quando um parceiro revela suas tendências BDSM. Eu sou uma esposa baunilha que acredita ser dominador. Nós estamos casados há oito anos, até há dois anos atrás, eu não tinha a mínima idéia dos interesses dele. Nós fizemos alguns experimentos desde que ele revelou seu interesse, mas eu isso não me excita nem um pouco. É possível que algumas circunstâncias de algum de nossas tentativas me desanimou, mas acredite, me desanimou permanentemente.”

“Eu li toneladas de informações sobre este assunto, li histproias, conversei com dom(mes) e subs, conversei com meu marido, etc… Eu sou uma daquelas chatas que não vê graça nisso.”

“Meu marido e eu chegamos a um ponto em nosso casamento onde ele decidiu que precisa rever seu BDSM. Há uma semana atrás, a questão era qual era mais forte, eu ou o BDSM. Quando conversei em dar um tempo no casamento para dar uma chance de rever seus sentimentos (é difícil ser casado por oito anos e perceber que pode não ser escolhida), ele disse, enfaticamente, que ele colocaria seus sentimentos BDSM de lado e focaria no casamento.”

“Parece que nossas opções são:

  • Ele guarda seus sentimentos sobre BDSM;
  • Eu descubro como interagir com ele (isso não vai acontecer);
  • Nós negociamos um meio dele procurar outro “play partner” (isso me deixa mal por que eu sei o envolvimento emocional necessário e não sei se posso lidar com isso);
  • Nos separamos e ele procura seus desejos sem uma esposa baunilha (uma escolha terrível por que amo ele).”

Minha pergunta é, qual a possibilidade desses sentimentos ressurgirem no futuro e causar mais conflitos? Nós discutimos a possibilidade de ele achar uma sub com um relacionamento não-sexual com ela. Mas há inúmeros problemas que podem surgir com essa possibilidade.

  1. Eu acredito que BDSM, independente de envolver relação sexual ou não, é uma forma de sexo (em outras palavras sou terminantemente monogâmica). Me desculpe se estou me repetindo.
  2. Ele não quer “estragar” o casamento com suas necessidades (ele se divorciaria a estragar o casamento, suspeito).
  3. Ele não consegue achar uma parceira.

“De qualquer forma, se você conhece qualquer recurso, pessoas, artigos, livros, organizações, anjos, fadas madrinhas, QUALQUER PESSOA, QUALQUER COISA que possa me ajudar a responder essas questões; eu seria muito grata que eu – bem, eu não sei o que faria. Estou num ponto onde estou lutando com questões sobre confiança, traição (de mim mesma ou marido), medo, etc. Eu olhei nas suas listas de livros e artigos e não vi nada que possa parecer útil.”

“Me desculpe pelo tom íntimo e pessoal neste e-mail, mas estou desesperada. Nós estamos para marcar uma reunião com um conselheiro matrimonial (ugh! Mas necessário), mas alguma coisa me diz que eu não irei achar respostas lá, e que o foco será no por que ele é do jeito que é. Estou muito grata por ter achado o seu site (no caso, Fetish Exchange.org) (…)”


Nossa Resposta…

Obrigado por nos trazer esta questão, por que é um problema que muitas pessoas tem. Vamos começar dizendo que provavelmente as emoções BDSM não vão desaparecer. Apesar da ciência ainda não ter determinado o que determina a nossa preferência sexual, está se tornando aparente que pelo menos uma parte substancial dele é genética. Seu marido está obviamente passando por um grande problema pessoal (e consequentemente você também) que não é fácil de lidar. Mesmo que pareça que ele irá guardar suas emoções agora, é muito provável que eles apareçam de novo no futuro e provavelmente ficarão mais fortes. Os sentimentos e as fantasias básicas ainda estarão lá. O que causa muita tensão no seu relacionamento, sem dúvida.

Há praticamente nenhum livro sobre isso que possamos indicar. Ele resume-se na Incompatibilidade de parceiros (o que não é incomum – com ou sem BDSM).

Como dito antes, a situação não está completamente perdida. Chegaremos lá em um minuto. Primeiro no entanto, outro aviso. Você está certísssima em dizer que BDSM (mesmo sem o “ato”) é uma forma de sexualidade, portanto não há BDSM sem sexo. Tenho um play partner fora do relacionamento é algo que muitos tentam como uma solução para este problema. Isso funciona? Geralmente não. Há alguns riscos envolvidos nisto:

  • O BDSM irá trazer sentimentos e emoções entre os dois. Emoções que não estavam lá antes – pelo menos não na situação real. É bem provável que o play partner adquira um vínculo, e a esposa não-BDSM irá sentir excluida e ele estará dividido em duas pessoas diferentes (neste caso).
  • Para “brincar, mas sem sexo” é o que muitas pessoas sugerem no começo. Você pode tomar nossa palavra que algum tipo de sexo ativo de certo irá evoluir em breve, uma vez que a tensão acumulada na cena tem necessidades sexuais.
  • Desde que sentimento BDSM para muitas pessoas são queridas, das emoções pessoais e estimadas, dividir com alguém irá automaticamente resultará num vínculo especial que vai crescer e as coisas que não deveriam estar lá também irão “escorregar”, mesmo se os play partners mesmo assim não o quiserem.

Poranto, a menos que você ache um parceiro comercial (que neste caso é muito pouco provável porque há pouquíssimos submissos profissionais) em que você paga mas não tem nenhum vínculo com ele, os riscos para esta solução é imensa. E você está certa, você terá que concordar e lidar com tudo isso.

Agora, da questão do: isto não tem solução? Provavelmente não. Nem mesmo sabendo exatamente o que aconteceu entre vocês dois até então, é bem provável que as coisas começaram com o pé esquerdo com o seu marido pedindo muito. Mesmo sem uma dinâmica dominante/submisso específico há poucas mulheres que não ficarão atraídas ao “excitante” erotismo e sexualidade (mesmo você ter aceitado você e seus sentimentos primeiro).  Lembre-se não vamos jogar  o “você é submissa mas você ainda não sabe” em você, por que isso é besteira. No entanto, tente e visualize a situação: você está vendada com algo macio como a seda, e tudo o que ele faz com você é acaricia-la, te excitar, te beijar, talvez faça um pouco de cóceças e comprometa o esforço dele seduzi-la. Sem chicotes, sem cordas, sem algemas, sem couro; apenas uma venda, talvez uma taça de vinho, luz de velas, musica ambiente, conforto um prazer e MAIS IMPORTANTE, sem stress. Apenas puro e simples prazer.  É bem provável que você goste disso. Bem, isto É um tipo de BDSM. Um que você permita ele te seduzir, enquanto ele terá a inciativa. Esta é exatamente a dinâmica que realmente estamos falando no BDSM.

Algo parecido acima – e por favor jogue fora a tensão e o stress, esqueça que está sendo chamada de escrava, chamando-o de mestre ou algo assim, esqueça o fato de que isso é BDSM, apenas curta – poderá ser puro e simples prazer e diversão. Há muitos outros meios de trazer este mesmo erotismo. Por exemplo, permita ele te “ordenar” a cozinhar um maravilhoso jantar a luz de vela para vocês dois. Isso provavelmente será uma boa entrada para o puro prazer também.

Os exemplos acima são bem simples e ao mesmo tempo são formas eróticas e íntimas de role play sem as coisas pesadas. E isso – e outras formas – podem ser um maravilhoso meio de experimentar por si mesmo o que você gosta e não. Deixe ele escolher as suas roupas, como uma mudança. Você estará fazendo pequenas coisas que irá agradá-lo e será receptivo a isso. Tudo isso é BDSM, e isso irá parecer bom para ele bem como para você sem as coisas pesadas. A idéia é aprender e brincar e AMBOS  experimentarem coisas divertidas, sem stress, a necessidade, etc…

Isso irá pra frente? Quem pode dizer? Iso depende totalmente de vocês doius. Mas tente. Não é assustador como parece (ou pelo menos não deve ser). Isso oferece a vocês dois a possibilidade de explorar, para ele, aprender e entender que o truque (em qualquer tipo de BDSM) é subliminar e NÃO a coisa pesada (muitos do que você vê é pornografia e tem pouco a ver com as coisas que as pessoas fazem em suas casas).

Mas de qualquer forma, converse sobre isso, comunique-se, e troquem entre vocês o que podem e não. Isso é para você também e suas necessidades devem ser respeitadas

Fonte: Fetish Exchange

FAQ: Socorro! Meu Parceiro é BDSM


Imagine a situação: Vocês dois possuem um relacionamento de muitos anos. Vocês são casados ou morando junto ou possuem um longo relacionamento. De repente, você ou seu parceiro começa a sentir desejos por BDSM. E agora? Como você expõe isso ao outro? O que irá acontecer com o relacionamento? Será que haverá relacionamento? Como seu parceiro irá reagir a isso?

Esta é uma situação muito comum. Na verdade, um monte de pessoas possuem este problema; não é estranho ter seus sentimentos e fantasias confrontados em algum momento de suas vidas. Talvez esses sentimentos estivessem lá já um bom tempo, mas estiveram suprimidos. Ou então eles simplesmente apareceram, por assim dizer. Já que é difícil de determinar o que exatamente ativa essas emoções, ele pode ocorrer em qualquer estágio de sua vida. E muita gente acha difícil conseguir uma evasão para essas emoções, especialmente quando eles já se encontram em um relacionamento. Pessoas tem medo de serem rejeitadas, ou chamadas de loucas. Eles tem medo que seu parceiro não queria compartilhar os seus sentimentos. De fato, é capaz de seu parceiro já estar rejeitando desde já.

Você pode parecer Kinky, mas de certo você não é louco.

Primeiro de tudo: Quaisquer sejam suas emoções, você não é louco, você não está sozinho e estes sentimentos são perfeitamente normais, mesmo parecendo extremo para você. Cientistas estimam que 15% da população adulta tem fantasias eróticas relacionadas ao BDSM de alguma forma. E outra, essas emoções – dominantes ou submissos – são difíceis de suprimir ou ignorar. Cedo ou tarde eles vão emergir. Ignora-los pode ser uma solução de curto prazo, mas a longo, não. Você pode ser “estranho”, mas você é perfeitamente são.

A melhor dica é falar sobre essas emoções, não importando o quão difícil possa parecer para você (Comentário do GasMask: é verdade, sou prova disso 😀 ). Se há confiança e respeito mútuo entre vocês dois, não há motivo para ter medo. Isso pode soar rude, mas se não há confiança suficiente e respeito em seu relacionamento, bem, acho que é melhor você pensar melhor em que tipo de relacionamento você está.

Bem, não exagere no começo.  Talvez você tenha se acostumado com suas fantasias ao longo dos anos, mas antes de falar sobre eles. Mas lembre-se que tudo o que você disser ao seu parceiro é provavelmente totalmente novo para ele/ela. O seu parceiro pode ser mente aberta, mas você deve dar tempo suficiente para ele/ela para digerir o assunto e acostumar com a situação. Outra coisa sábia a se fazer é se preparar. Antes de começar a falar, tente identificar exatamente o que você quer falar. Tente adquirir algum conhecimento geral sobre BDSM para que você possa explicar isso e não só suas emoções. Geralmente é bem útil ter uma informação geral sobre o tema que você irá expor ao seu parceiro, para que ele/ela possa fazer um julgamento independente, baseado não só em suas emoções, mas de uma forma objetiva, “de fora”, e geral. Alguns artigos do site serão bem úteis a você.

Se você é o parceiro que está recebendo a notícia, o melhor conselho é ser aberto. Claro, essa nova informação pode assustar você. É válido. Se não, então ambos devem dividir muitos interesses em comum e então haverá muita coisa para se conversar. Ainda, se o seu parceiro não fizer isso, seja informado disso.


“Saindo do Armário”

O que você está procurando é, de fato, duas coisas diferentes: um é o genérico “sair do armário” e o outro é o relacionamento com o seu parceiro. Apesar de isso parecer difícil, tente separar estes dois tópicos. Faça o “sair do armário primeiro” e depois veja em perspectiva o seu relacionamento. Isso vai levar tempo, paciência e entendimento mútuo. O “sair do armário” é muito difícil para muita gente. Sair dele é precedido de um período de incerteza, e algumas vezes sentimentos fortes de solidão e medo. É isso que o faz tão difícil. Mesmo quando o processo de “sair do armário” já começou, pode levar um tempo para sumir os medos e incertezas escondidos. Pessoas nesta fase geralmente estão bem vulneráveis e muito sensíveis para até mesmo um pequeno indício de possível rejeição. É isso que faz difícil falar com eles.

Outro tipo de comportamento, típico de quando se sai do armário, é drenar você por completo. Uma vez que a enxurrada de palavras começa, parece que todo o inundamento da represa não pode ser impedida. Para o parceiro receptor é muito difícil e talvez sinta uma tempestade dentro dele. É sábio tentar fazer isso em doses pequenas de tempo em tempo.

Um terceiro fator você deve levar em conta é uma coisa que muitas pessoas atraídas pelo BDSM tendem a fazer. Isso é chamado de comportamento “Lista de compras”. É o que acontece quando o novato tem uma fantasia em particular por anos e a primeira coisa que ele quer é realizar essa fantasia exatamente como ele imagina, incluindo cada detalhe. Isto claro primeiro de tudo é quase impossível. Segundo, isso não dá espaço para seu parceiro, que talvez possa ter outros pensamentos sobre isso. Geralmente mata a situação antes mesmo de começar.

O último fator que devemos mencionar aqui é o excesso de priorização. Muitas pessoas tendem a sobre-priorizar suas (recém-descobertas) emoções sobre BDSM e colocá-los a frente de tudo. Embora isso é muito compreensível,  é algo muito imprático e pode tornar as coisas um pouco complicadas.


Um parceiro de cena fora do seu relacionamento

Muitas poucas pessoas tendem a procurar um  “playmate” (parceiro de cena) fora do seu relacionamento. Eles fazem isso para evitar uma possível rejeição de seus parceiros. Às vezes isso é feito com base no consentimento mútuo entre os parceiros. Para algumas pessoas isso pode ser uma solução, especialmente nos casos em que um dos parceiros é incapaz de seguir o outro. No entanto, existem alguns riscos envolvidos aqui. Embora algumas pessoas tendem a separar o BDSM de uma relação, na verdade não existe essa diferença. O BDSM que você tem com seu playmate, será, sem dúvida, conduzido a uma troca muito íntima de emoções irá criar um vínculo muito forte. O outro parceiro pode se sentir rejeitado e, uma vez que pode ser difícil compartilhar todos esses sentimentos e emoções numa base de igualdade entre o trio, os riscos e perigos para a sua relação “privilegiada” são reais e enormes. Embora as pessoas, muitas vezes, dizem o contrário,  poucas podem viver numa situação de emoções e sentimentos íntimos com seu companheiro ou cônjuge e a parte física de tudo isso com outra pessoa.

Se você tem dificuldades para trabalhar com o BDSM entre vocês dois, o melhor é pedir ajuda. A maioria dos terapeutas de hoje, conselheiros matrimoniais, psicólogos e sexólogos não terá qualquer dificuldade em debater o BDSM. Eles também entendem os riscos e problemas envolvidos e eles costumam ter um debate de mente aberta com  vocês e vai tomar uma atitude objetiva para o BDSM. Se  não, basta procurar outro.  E por fim, você pode  conversar com algumas pessoas de um grupo BDSM local que são experientes e podem ajudá-lo.


Fonte: Fetish Exchange

Eu tenho algo para te contar…


Uma das perguntas mais comuns que recebo é: Como conto para o meu parceito que gosto de BDSM? ou Como saber se meu parceiro gosta de BDSM?

É realmente é um assunto delicado. As pessoas são diferentes, tem formação e opinião diferente sobre o que eles entendem sobre BDSM. Não há fórmula mágica para isso.

Antes de falar sobre o assunto, nunca faça uma cena, ou force a fazer uma cena com o parceiro sem ele saber do que se trata. Sempre converse antes.

O meio mais rápido, obviamente, é abrir o jogo e falar na cara. Evita mal entendido e  deixa bem claro. Neste caso não há muito segredo. Chame a pessoa para “sentar e conversar” e mostre que está abrindo seu sentimento, que está falando sério, senão a pessoa pode achar que você está brincando e não levar a sério. Diga a pessoa que há tempos você gosta de BDSM (Dominar/Submeter/Fetiches/Spanking, etc…) e informe a pessoa para esquecer qualquer coisa que ela viu na TV e explicar como realmente é o BDSM. Mostre que não é coisa de outro mundo ou de loucos. E pergunte para o parceiro o que acha ou se está disposto a experimentar.

O segundo caminho muita gente prefere ir pro lado subliminar. Não há nada de errado nisso, aliás, acho que usar indiretas como modo de “preparar” a pessoa para contar é parte do processo. Pergunte a pessoa sobre o que ela acha do BDSM, ou sobre “apimentar o relacionamento”, ou até o que acha do papel da tiazinha. 😛 Mostre imagens de BDSM light, ou invente uma historinha inocente para saber a opinião dele(a) (fulano me contou que pratica BDSM, o que acha disso?). Mostre documentários sobre BDSM e pergunte o que acha, etc… O problema das indiretas é a pessoa não entender o recado e você achar que está entendendo, daí é uma confusão sem fim. Ou pior, achar que você está brincando ou de sacanagem e a pessoa responde de forma cômica e não sincera, piorando a situação.

Minha opinião? Se prepare, pense no discurso e puxe a pessoa para conversar. Afinal o “não” você já tem, não é mesmo?

“Fulando, eu há muito tempo quero compartilhar uma coisa com você. Desde X tempos eu gosto de X, Y, Z (spanking, fetiche, bdsm, dominação, etc) e queria experimentar no nosso relacionamento. Tire da cabeça tudo o que você viu e ouviu na TV, a realidade é outra. Essa pratica é assim, assim, assado. Existe segurança (safeword, SSC) e funciona assim. Nada é obrigatório. É tudo uma brincadeira. Seria interessante experimentarmos, o que acha?”

Mas lembre-se, tudo tem um risco. A reação da pessoa ao contar pode ser desde adorar a ideia ou até por em risco o relacionamento. Mas acredito que se a pessoa tiver o mínimo de consideração irá entender o quão foi dicifil  para você confiar algo tão íntimo e irá parar por um momento e refletir sobre o assunto.

Ou claro, você pode enviar este post a pessoa para abrir caminho para o assunto e depois conversarem mais a fundo. 😀 Se alguém lhe enviou este post, considere essa possibilidade, vasculhe este site e descubra um pouco mais sobre o BDSM. E se mesmo assim não lhe agradar, por favor, seja respeitoso ao declinar. 😉

Condom Fetish


Aí está um fetiche que une o útil ao agradável. Achei neste site um relato interessante de um rapaz que conta um fetiche inusitado de sua parceira: Fetiche por camisinhas.

O texto, em inglês, ele fala de como ela se sentia e do porque gostava de camisinhas. Segundo relato, ela adorava ver o pênis com camisinha, pois passava uma ideia “malvada e misteriosa”. Ela adorava ver colocar e ela mesma colocar, diz que a fazia se sentir gostosa e “vadia”, e o fato dela colocar a camisinha fazia a senti como se estivesse usando algo perigoso e proibido, gostava da ideia de uma barreira, como se fosse proibido se tocarem. Ela adora também o cheiro e o gosto.

Segundo o parceiro no começo ele achou estranho mas acabou gostando da ideia, principalmente depois de perceber que usando camisinha, ela fazia coisas com o dente que nunca sonharia se estivesse sem, além de prolongar o prazer. Ela adorava ver o parceiro ejacular na camisinha, mas nem por isso ela deixava de chupa-lo depois de gozar.

“With AIDS an STD’s, you’ve really got a wear a condom these days for casual sex . In fact, if I ever picked up some girl who said, “Nah, don’t bother,” I’d turn around and walk the other way, because who knows who else she’s said the same thing to?

No one likes them, but I knew one girl who did. She loved them—seemed to have some sort of fetish. It wasn’t just for health reasons either. She even liked the way my cock looked in a rubber, like it was “evil and ghostly”. She liked to watch me put them on. She said it made her feel hot and slutty. She liked to put it on me herself too, like she was handling something dangerous. She got off on the idea of that latex barrier between us. She said it made sex feel dirtier, like we weren’t even allowed to touch. She liked the feel of them, the smell and the taste.

She liked going down on me when I wore one, and I learned to love it too. It really did look evil in her mouth—dirty and obscene, like watching her suck a dildo—and because the condom dulled my sensitivity, she could do things with her teeth that no one could ever do to me when I was unprotected. The fact that the lack of sensitivity made me last longer wasn’t all bad either.

She especially liked to see me ejaculate when I was wearing a condom and she always wanted me to take it out of her before I climaxed so she could watch. I can still see her now, leaning over me and beating me off, her eyes glazed with lust, mouth open in breathless expectation, tongue twitching as she waiting for the moment. She’d hear me groan, feel my muscles tighten, then I’d throw my head back and thrust into her hand as the come spurt into the rubber and filled it with frothing liquid heat that soon coated my dick in a thick slime of my own discharge.

That sense of restraint was almost like torture, and the feeling of frustration was almost like impotence as I blew my wad within that latex sleeve. Maybe it would have been too much, but she always pulled the condom off afterwards and sucked me clean, so I never complained.”

Fonte: Rabbit’s Reviews